Coluna
Um cilindro de aço que trabalha comprimido, com a carga de cima para baixo. Aparece em plataformas grandes e de capacidade alta.
É a peça que sente o peso. Toda balança eletrônica, da de cozinha à rodoviária, tem pelo menos uma: um bloco de metal que deforma sob carga e devolve um sinal elétrico proporcional a ela. Aqui o foco é a célula de balança de caminhão.
Como ela mede
O corpo da célula é uma peça de aço desenhada para deformar pouco e sempre do mesmo jeito. Nele vão colados os extensômetros: resistências de filme muito fino que esticam ou encolhem junto com o aço, e mudam de resistência elétrica quando isso acontece.
São quatro, ligados num circuito chamado ponte de Wheatstone. A célula recebe uma tensão do indicador e devolve um sinal de poucos milivolts, proporcional ao peso. O indicador amplifica esse sinal, converte em número e mostra em quilos.
Um cilindro de aço que trabalha comprimido, com a carga de cima para baixo. Aparece em plataformas grandes e de capacidade alta.
Uma barra apoiada nas duas pontas, com a carga no meio. É muito usada sob plataforma de balança rodoviária.
Presa de um lado, com a carga do outro. Mais comum em balança de plataforma menor, de piso e de indústria.
Trabalha puxada, com a carga pendurada. É de tanque suspenso e ensaio de tração, não de balança de caminhão.
Na balança portátil, os sensores ficam dentro da própria plataforma, que na da Revlo tem 22 mm de altura. Por isso ela dispensa base e fosso: o apoio é o piso.
Analógica. Cada célula manda o sinal em milivolts por cabo até uma caixa de junção, que junta os sinais de todas e passa um só para o indicador. É simples e muito usada. O ajuste entre as células, para a leitura não mudar conforme o canto da plataforma, é feito nessa caixa.
Digital. A célula já traz a eletrônica que converte o sinal em número, e manda esse número ao indicador. Como cada célula tem endereço, o indicador mostra qual está fora, o que encurta o diagnóstico. O sinal digital também sofre menos com cabo longo e com interferência.
Quem pode mexer
Em balança verificada, a manutenção é de oficina permissionária, que deixa o selo de reparo. Depois do conserto vem a verificação após reparo (Portaria Inmetro nº 157/2022, item 8.8.1). Mais causas e o que fazer em erro na balança rodoviária.
Dúvidas
É o sensor de peso de uma balança eletrônica: um bloco de metal que deforma um pouco sob carga, com extensômetros colados que transformam essa deformação em sinal elétrico proporcional ao peso.
Os sinais mais comuns são o zero que não volta depois da pesagem, a leitura que muda conforme a posição do caminhão na plataforma e a indicação que oscila sem carga. Depois de chuva forte ou de raio, vale testar com carga conhecida. O conserto é de oficina permissionária, e a balança passa por nova verificação.
Ela facilita o diagnóstico, porque cada célula manda o próprio valor e o indicador mostra qual está fora. A analógica é mais simples e mais comum. A escolha depende do indicador, do comprimento dos cabos e de quem vai fazer a manutenção.
Depende do comprimento e do projeto da plataforma: ela se apoia em células distribuídas ao longo do comprimento, e plataformas maiores usam mais apoios. A placa e o manual da balança dizem quantas são.
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A Revlo vende e aluga a balança portátil: até 200 t, 22 mm de altura, sem fio até o display.